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A Função de Mediador Apreciamos muito a maneira como você está recebendo a mensagem Apostólica: com reverência, respeito e real interesse em conhecer a verdade do Reino dos Céus, que nos é esclarecida pelo Primaz Aldo Bertoni, nosso Primaz e fiel Sucessor da Santa Vó Rosa, o Espírito Consolador. Essa é a conduta de uma pessoa de bom senso e personalidade definida, que busca aperfeiçoar a fé e somar conhecimento à respeito dos chamados “mistérios Divinos”. À partir do momento em que você entende a linguagem apostólica, que explica esses mistérios de forma clara e objetiva, as dúvidas são removidas de sua mente, e com isso abrem-se novos horizontes para uma vida feliz e abençoada. No mundo em que vivemos, certos preconceitos são estimulados contra Novas Revelações da Doutrina de Jesus, porque muitas pessoas adotaram um pensamento só à respeito da manifestação do poder de Deus entre os homens, visando camuflar os erros que praticam: - você já deve ter reparado numa frase muito comum, escrita nos mais variados lugares: cartazes, adesivos em automóveis, muros comerciais, panfletos e outros. Diz essa frase: “Há um só Deus e Senhor e um único Mediador: Jesus Cristo” – A forma escrita varia, às vezes, mas o sentido é o mesmo. Usando esse argumento, milhares de pessoas isolam a possibilidade de haver outros Mediadores além de Jesus, negando ao Divino Mestre o Poder e a Autoridade para formar Santos à Sua Semelhança, investidos na função especial de um ministério equivalente ao dEle. Outra explicação à respeito é que, restringindo a missão de Mediador somente à pessoa de Jesus, desculpam-se as imperfeições da prática de sua doutrina, porque apresentam o Salvador como extremamente generoso, misericordioso e submisso, pois segundo a interpretação de muitos – Jesus concorda com tudo que o homem faz e perdoa infinitamente, sem restrição e sem aplicação de Juízo – apresentam um Jesus que só oferece benefícios e não exige nada – nem obediência e muito menos santificação -. ISTO É O QUE MUITOS PENSAM, mas não se constitui da verdade absoluta. Que Jesus é o Salvador dos sinceros e contritos – realmente convertidos – não há a menor dúvida !!! Que Jesus é extremamente misericordioso e generoso – é a expressão da verdade. - Que Ele oferece benefícios aos mansos e humildes de coração – também está correto. MAS, acima de todos esses atributos conferidos ao Divino Mestre, está a aplicação da Justiça e do Juízo de Deus, o Pai e Soberano Senhor !!! O que muitos esquecem, é que, com a vitória sobre a Morte, porque ressuscitou ao 3o dia, Jesus conquistou o direito inquestionável de preparar quantos Mediadores fossem necessários para dar cumprimento à Sua obra gloriosa de Redenção e Salvação. E por que precisaria Ele conceder à outrem a função de Mediador ??? Vejamos primeiro o que vem a ser Mediador: na língua portuguesa existe um sinônimo para Mediador que vem a ser: Medianeiro que significa: Aquele que executa os desígnios de alguém – Intercessor. - Desígnio: quer dizer: Plano / Projeto. Portanto: Mediador é aquele ou aquela que executa o plano ou o projeto em lugar de outra pessoa, como Intercessor. Agora vamos analisar o por que da necessidade da formação de um ou mais Mediadores: Sempre que o assunto envolve a comunicação entre Deus e os homens, é bom lembrar alguns pormenores para ilustrar nossa explicação: de forma resumida façamos um retrospecto da origem do homem, como ser racional até os dias de hoje: Sabemos que Deus fez o Homem à Sua Imagem e Semelhança. Ele ditou regras morais básicas à esse Homem. Concedeu-lhe uma companheira que denominou como Mulher, também de natureza humana. Recomendou aos dois a obediência e os limites de liberdade à serem seguidos e transmitidos aos descendentes. Porém o 1º casal não correspondeu ao ideal Divino e rompeu os laços de união com Deus, optando pela sugestão oferecida pelo espirito opositor a Deus. Rejeitando a amizade com Deus, o Homem perdeu sua identidade original: deixou de ser a imagem de Deus e a comunicação entre os Céus e a Terra foi interrompida. Cessou a manifestação do Criador à Criatura. Por misericórdia e por justiça, Deus providenciou Mediadores, para instruir os descendentes da raça que criou, orientando e mostrando o valor da obediência e da santificação. E foi uma decisão justa, porque já não podia mais ser visto e contemplado por qualquer pessoa, pois a Santidade de Deus é resplandecente e diante dEle, o homem comum não se contem, cai prostrado e perde a ação pois não resiste olhar a Face do Altíssimo. Surgiram então os Profetas, que exerceram a função de Mediadores, transferindo aos Sucessores a missão intercessória de conduzir o povo de Deus na Terra. Através de homens portadores de dons especiais Deus, falava aos fiéis e determinava as condições para merecerem Sua graça e o direito de entrar no Céu, após o falecimento do corpo. Dentre esses Mediadores, podemos citar: Abraão, Moisés, Daniel, Elias. Izaias, que escreveu muito à respeito do sofrimento do Messias - e muitos outros homens de valor, que serviram à Deus e ajudaram na preservação da fé, de geração em geração. Um detalhe interessante do período conhecido como Velho Testamento é que, o povo que dizia ser de Deus, passou a usar as Leis Divinas de modo circunstancial, para encobrir os erros que praticavam. Havia uma orientação antiga à respeito do sacrifício de animais puros que eram imolados e oferecidos à Deus como forma de remissão de pecados. Só que, muitos usavam o sacrifício e continuavam na mesma, em desobediência e fazendo a própria vontade, pensando que podiam enganar a Deus. Foi então, que o Pai, resolveu enviar o próprio Filho – Jesus – para firmar com Ele uma Nova Aliança, quando sería abolida toda a Lei antiga, sendo substituída por uma doutrina original e definitiva – o Novo Testamento. Através do Sacrifico de Jesus, que derramou sangue inocente como prova de remissão pelos fieis seguidores de Sua doutrina, Deus reimplantou Seu Reino novamente na Terra e constituiu Jesus como o principal Mediador entre Ele Deus e os homens. Em Sua pregação Jesus enfatizou a necessidade da mudança de hábitos, condenando severamente a hipocrisia -que é o mesmo que falsidade e fingimento. Ensinou a prática da boa moral e realizou sinais antes nunca vistos, para mostrar a justiça e a misericórdia do Pai. Mas, percebendo que não poderia concluir Seu Ministério terreno, porque não foi aceito pela maioria da população da época, que o condenou à morte prematura, Jesus inseriu no contexto de Sua doutrina a garantia de que haveria Outro Mediador, à semelhança dEle, o qual exerceria com autoridade inquestionável a função intercessora entre os Céus e a Terra, com o objetivo de preparar todas as cousas para que Ele, Jesus, executasse em definitivo o Juízo do Pai – pois é Ele “o Primeiro e o Último; que foi morto mas ressuscitou e vive eternamente”. Essa garantia foi o instrumento utilizado por Jesus para defender a honra de Sua doutrina, para que ninguém se arvorasse o direito de usar Suas palavras como defesa de falsos argumentos e para disfarçar costumes pagãos, inteiramente reprovados por Deus. Jesus não iria desperdiçar todo o esforço empreendido para vir ao mundo dar a própria vida, e depois permitir a descaracterização de Sua palavra por causa dos incrédulos e fingidos. São João – venerável Apóstolo de Jesus – registrou as palavras do Divino Mestre à respeito: “E eu rogarei ao Pai e Ele vos dará Outro Consolador, para que fique convosco para sempre. O Espírito de Verdade que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece. Mas vós o conheceis, porque habita convosco e estará em vós. Não vos deixarei orfãos: voltarei para vós”. Mais adiante confirma Jesus: “...aquele Consolador, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as cousas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito”. – “Eu vo-lo disse agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer vós acrediteis”. Essa promessa de Jesus está no cap.14º do Evangelho de São João. No cap.16, Nosso Senhor conclui o tema dizendo:
Ao se referir ao outro Mediador entre Deus e os homens, Jesus o qualificou também como Consolador, pois caberia ao escolhido para essa função, confortar e amparar os verdadeiros cristãos. Passados muitos séculos sem que se cumprisse essa promessa gloriosa, a humanidade ficou sem a Luz Divina para iluminar seu caminho e muito pouco efeito produziu o sacrifico de Jesus ao longo desse período, que Ele mostrou à São João no livro do Apocalipse, como sendo uma época de silêncio, quando não haveria comunicação entre Deus e os homens, por falta de um Mediador confiável. Surgiram muitos que se intitulavam mensageiros de Deus, mas suas obras não condiziam com a verdade e a promessa da vinda do Outro Consolador teve seu cumprimento adiado até a ocasião em que nasceu a Santa Vó Rosa e nEla Deus e Jesus depositaram a esperança e os dons necessários para que estivesse qualificada à receber a incumbência de ser o Espírito Consolador prometido – a Mediadora entre Deus, Jesus e Sua verdadeira Igreja - a qual iriam restaurar anos mais tarde. A Santa Vó Rosa preservou as virtudes divinas em seu coração e deu provas de um amor muito sincero à Deus e Seus Santos, desde a infância e ao longo de toda a vida. E quando chegou o momento adequado, porque Ela provou também ser de absoluta confiança – Jesus se revelou à Ela e restaurou Seu Tabernáculo na terra, formando novamente a Igreja Apostólica, para continuar sua obra de salvação. Surgia então, novamente a pessoa do Mediador – neste caso uma mulher honrada e santa – para conduzir com sabedoria e justiça o povo de Deus na terra. E Ela aprendeu com Jesus – e recebeu dEle toda a autoridade para revelar a doutrina, recordar os ensinos dEle e implantar uma disciplina justa, personalizando o viver dos sinceros e humildes, para que não sejam confundidos com os falsos e fingidos. E quando a Santa Vó Rosa preferiu continuar seu Ministério em Espírito porque assim teria maior mobilidade para executar as ordens de Jesus e do Pai, providenciou um substituto com as mesmas características de lealdade e confiabilidade. Outra vez surge a pessoa de um Mediador – porque Jesus mostrou à Ela quem poderia ser o Sucessor de Seus dons. E a escolha recaiu sobre Primaz Aldo Bertoni – hoje nosso Primaz e Supremo Pastor – Profeta que nos dirige com Mão Forte, em nome da Santa Vó Rosa, de Jesus e de Deus nosso Pai. Todas essas providências desenvolvidas por Jesus – desde a época em que cumpriu sua missão terrena até os dias de hoje - provam a sabedoria e a prudência Divinas, aplicadas no sentido de preservar o real valor do Sacrifico que Ele fez para garantir a salvação dos sinceros e convertidos que não só reconhecem esse valor como também acreditam no Poder do Divino Mestre para formar Santos que O representem dignamente, executando as funções de Mediadores. E foram necessárias essas medidas porque Jesus havia dito que o mundo não O veria mais – portanto, para que houvesse Ligação Perfeita entre os Céus e a Terra, necessário sería preparar alguém que pudesse executar a função intercessora ensinando e revelando a vontade dEle e do Pai aos sinceros e humildes. Foi assim que surgiu o ministério da Santa Vó Rosa e ultimamente o ministério do Santo Irmão Aldo que é o atual Mediador entre a Igreja Apostólica a Santa Vó Rosa, Jesus e o Pai. Com isso ficou garantida a possibilidade da aplicação do Juízo Divino, que está em andamento, num processo seletivo, objetivando separar o joio do trigo. Quem puder crer assim, será bem-aventurado e feliz porque não será atraído por falsas manifestações do poder de Jesus e nem estará negando à Ele o direito de concluir sua obra, através da Santa Vó Rosa o Consolador e do Primaz Aldo Bertoni - Profeta dos Tempos do Fim – Mediador escolhido por Jesus e pelo Pai que cumpre a nobre missão de proteger nossa alma como Supremo Pastor e Primaz Apostólico. Prezado leitor deste site apostólico: não fique indeciso, alimentando dúvidas sobre este assunto. Resolva de uma vez aceitar o Consolador e o Primaz como legítimos portadores da Unção Divina, porque assim você estará confessando o nome de Jesus como Filho de Deus e Eterno Salvador, reconhecendo nEle o Autor da Vida, capaz de formar Santos no meio do Seu verdadeiro povo. Esta mensagem é um alerta aos cristãos indecisos que não se definiram ainda em optar pela verdade: arrependei-vos pois é chegado a vós o Reino dos Céus. Esse é o indicativo de chamada para os que buscam a Deus e a Jesus em espírito e verdade: sem subterfúgios e falsas manifestações de fé. Espero que o senhor, a senhora, você jovem – moço e moça – revolva crer na Santa Vó Rosa e no Primaz Aldo Bertoni , porque só assim, poderá dizer que crê em Jesus. Que a graça dEles esteja sobre seu viver, se houver mérito de sua parte. Fonte: Reflexão nº 75 - KGW MTb 6063/86 - 13 de Março de 1999 |
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