Jesus: unificou a fé em Deus

É muito bom tê-lo como companhia neste horário. Saiba que é muito gratificante compartilhar conhecimento, principalmente quando o assunto é o fortalecimento da fé em Deus e nos seus verdadeiros santos.

Há vários dias temos dedicado nosso comentário a evidenciar pontos de doutrina que sejam relevantes no sentido prático do aprimoramento da conduta de um filho Deus, porque mais um Natal de Jesus iremos comemorar e quanto mais alinhados estivermos com os ensinos dEle, maior será o índice de aproveitamento da nossa participação nesse evento espiritual tão importante e significativo.

Esse alinhamento de conduta se faz necessário porque não adianta apenas comemorar o Natal como uma festa tradicional. É preciso entender que o Natal é um marco que determinou a derrubada de um muro invisível que existia entre diversas culturas com diferenças substanciais entre elas.

Exatamente por haver proliferado o costume tradicionalista de se preservar limites sócio-culturais entre diversos povos desde tempos remotos, Deus resolveu unificar a fé e para executar essa função remissora, enviou Jesus como o Cristo, Salvador da humanidade.

E quando dizemos povo, no plural, nos referimos ao conjunto de pessoas que não habitam o mesmo país, mas que estão ligadas por uma origem, sua religião ou qualquer outro laço.

Mesmo que do ponto de vista sociológico ainda existam facções religiosas no mundo todo e essa é uma verdade conhecida, todavia, o sentido prático do plano divino se concretizou. Pode não ter sido aceito pelo homem na sua plenitude porém, é categórico o aplicativo da unificação da fé pela vinda de Jesus.

Sendo assim, a Igreja Apostólica defende a fé em Deus como um sentimento homogêneo, que não permite divisão, interpretações dúbias ou de duplo sentido.

Respeitamos a crença e os costumes de cada povo ou nação mas, no entanto, quando se trata da confiança absoluta em Deus e em Jesus, reconhecemos que o Espírito do Pai, é o mentor da criação e dele dimana o poder e a graça, bem como a instrução para uma vida saudável e pacifica.

E para preservar essa Unidade da Fé, Jesus rogou ao Pai que enviasse outro Consolador, como Ele mesmo, para ajudar a convencer o mundo a respeito da verdade, da justiça e do juízo. E enquanto esse outro Consolador não se manifestou, o muro invisível entre os povos voltou a aparecer e um labirinto de religiões e expressões sócio-culturais se multiplicou causando confusão doutrinária. É a Torre de Babel em sua versão moderna, desta feita não para confundir idiomas, mas para desajustar o sentimento da fé unificada por Jesus.

Felizmente, há mais de 50 anos, Jesus está conseguindo novamente derrubar o muro invisível das vãs filosofias e restaurando sua Igreja, formou o Outro Consolador que é a Santa Vó Rosa.

Assim, a unidade da fé novamente foi afixada como ponto de equilíbrio para que todos os povos e nações tenham uma única estrela a seguir, como aquela que indicou o local do nascimento de Jesus no primeiro século da Era Cristã.

Os mansos e humildes de coração que puderem crer, olhem para essa Estrela que aponta para a Unidade da Fé Apostólica e poderão encontrar o Único e Verdadeiro Deus – Criador do Universo e do mundo físico que conhecemos como Planeta Terra.

Em comentários anteriores enfatizamos o respeito que sempre tivemos pela verdade de cada um e continuamos nesse propósito, mesmo porque a decisão em crer na Santa Vó Rosa - essa decisão - é de foro intimo, ou seja: cada pessoa tem a liberdade de aceitar ou não. O detalhe reside no poder da Santa Vó Rosa que, percebendo em você, o senhor ou senhora, uma boa índole, um bom coração, poderá convencê-lo a respeito da fé que professamos. Mas se faz necessário que sua pessoa permita que esta Santa Poderosa trabalhe em seu espírito para conceder-lhe a bênção e a graça que puder merecer.

Também é preciso esclarecer que o termo utilizado aqui, para designar povo e nação é no sentido sócio-cultural e não político pois não nos envolvemos em discussões administrativas do estado, como país. Governo político é de competência das autoridades constituídas. Agora, quando se fala em sentimento de fé e crença em Deus, pretendemos alcançar a população como gênero humano pois essa é a competência da Igreja, como organização religiosa.

Sabemos que cada pessoa reage de uma forma diferente da outra, sempre que está diante de algo novo ou nunca visto. É até compreensível que o ser humano tenha esse cuidado porque são tantas as surpresas desagradáveis que alguns preferem se acomodar onde estão, mas com isso atrofiam o exercício da fé. Dizer que vivemos num mesmo mundo não significa que ele seja idêntico para todos.

Cada região do globo terrestre tem sua peculiaridade, seus costumes, hábitos de alimentação diferenciada e modo de vida, muitas vezes incompatíveis com outras realidades. Mas todos são seres humanos e para todos Jesus nasceu e de todos quer ser conhecido...

Se não foi possível no passado, agora Ele pode ser conhecido de todos, porque os meios de comunicação se aperfeiçoaram mesmo considerando que existem regiões remotas onde as pessoas vivem ainda como há 2ooo anos...não mudou praticamente nada...enquanto isso noutros locais a tecnologia avançou de forma prática, quase perfeita.

O importante é que – o Natal de Jesus – é uma oportunidade que se renova a cada ano, para os que crêem e para os que passam a crer. Por isso dizemos que Ele nasce para alguns e renasce para outros. É o poder que Jesus tem de renovar, cujo poder Ele concedeu à Santa Vó Rosa por ser o Outro Consolador de sua promessa.

Poder é autoridade. Influência positiva. Capacidade de realização. Força, vontade, energia moral. Domínio. Controle. Supremacia em dirigir a Igreja e abençoar os fiéis. Tudo isso é poder e está a disposição de quem crê, obedece os ensinos e consegue adequar hábitos e costumes para ser considerado digno da graça divina.

Agradecemos sua atenção e companhia e desejamos que este Natal seja repleto de alegria e paz e que Jesus seja glorificado em sua vida.

Fonte: Reflexão Esp. nº 38 - KGW MTb 6063/86 - 20 de Novembro de 2006